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domingo, 15 de novembro de 2009

Seminário em Folkcomunicação

O grupo COMUM realiza o 1° seminário em Folkcomunicação da UFPI
O evento, encabeçado pela prof. Jacqueline Dourado, contará com palestras


Será realizado, no dia 19 de novembro, o I Seminário de Folkcomunicação da Universidade Federal do Piauí, pelo grupo de pesquisa COMUM (Grupo de pesquisa em Comunicação, Economia Política e Diversidade), juntamente com a professora Dra. Jacqueline Dourado, do Curso de Comunicação Social da UFPI.


Servindo de elo entre o folclore e a comunicação de massa, o Folkcomunicação será abordado, no evento, pela Professora Dra. Zozilena Froz, que ministrará “O Piauí de madeira pelas mãos da arte santeira”, pela Professora Dra. Jacqueline Dourado, que abordará a “Pesquisa em, Folkcomunicação” e pelo jornalista Luciano Klaus, autor e diretor do documentário Divino Encanto.

O seminário acontecerá no Auditório do DMA- CCE, a partir das 8 horas. As inscrições estão sendo feitas pelos intregantes do COMUM e custam R$ 5,00. Os certificados serão de 8h/aula.

Para mais informações e inscrições: Thalita (9993-7226), Mariana (8825-1094), Ana Isabel (8816-7084), Marina (9995-8588), Isabela (9461-7867), Renan (8824-6951).
Veja:

AQUIVO VOLVER – Documentário Divino Encanto/ Luciano Klaus

Reflita sobre Folkcomunicação, em:



Luiz Beltrão e Folkcomunicação




Por: Ana Isabel Freire (anaisabel_freire@hotmail.com) - Mariana Guimarães (mariana-guimaraes@hotmail.com) – Nina Nunes (nina_quasenada@hotmail.com)

terça-feira, 10 de novembro de 2009

I Jornada científica

Comemora os 25 anos do curso de Comunicação Social
A jornada vai reunir profissionais e educadores de renome



Entre os dias 11 e 13 de novembro, acontece na Universidade Federal do Piauí a I Jornada Científica em comemoração aos 25 anos do curso de Comunicação Social. A Jornada, organizada por professores e alunos do curso de Comunicação Social, terá a presença do jornalista e professor da UFC – Universidade Federal do Ceará, Agostinho Gossón, que vai falar sobre “Jornalismo: Conceito, Ética e Método”, do jornalista Paulo José Cunha da TV Câmara de Brasília que irá proferir uma palestra sobre “Políticas Publicas de Comunicação”, entre outros convidados.


Durante o evento, acontecerão palestras, oficinas, lançamentos de livros e painéis. As inscrições para a I Jornada Científica podem ser feitas no Departamento de Comunicação Social, no CCE, nos horários de 8h às 12h e de 14h às 18h. A taxa de inscrição é de R$ 3,00 para estudantes e R$ 5,00 para profissionais.


Confira a PROGRAMAÇÃO!




Por: Ana Isabel Freire (anaisabel_freire@hotmail.com); Mariana Guimarães (mariana-guimaraes@hotmail.com) e Nina Nunes (nina_quasenada@hotmail.com)

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

@Twitter no Piauí

Saiba quem utiliza o Twitter no nosso estado
Alunos pesquisam perfil do usuário piauiense


Afonso Rodrigues, Layanna Mayara e Lígia Melo, alunos de Jornalismo da UFPI, desenvolveram em maio desse ano, com orientação do professor
Orlando Berti, uma pesquisa sobre a utilização do Twitter no Piauí - “O Piauí no Twitter: o perfil do usuário da plataforma no estado”. A pesquisa acabou em um artigo científico apresentado no INTERCOM – Nordeste. O artigo tem por objetivo traçar o perfil do usuário piauiense da plataforma de interação social do site Twitter, microblog em que os usuários trocam mensagens curtas.

O artigo perpassou pelo advento da Internet, por conseguinte, das redes sociais de interação, comunidades virtuais, blogs e, mais recentemente, microblogs. O artigo explica que a grande aceitação do Twitter deve-se, principalmente, às diferenças que a plataforma traz em relação às outras. A obrigatoriedade de mensagens curtas leva à objetividade do conteúdo.

O método utilizado para delinear o perfil do usuário piauiense foi feito através do próprio objeto de estudo. Os pesquisadores criaram um perfil no twitter, intitulado de “twittepiaui” – nesse perfil eles disponibilizaram um formulário com 21 perguntas sobre informações pessoais do usuário e sobre como e para quê ele utiliza a plataforma de microblogging - Twitter. As perguntas variavam entre múltipla escolha ou abertas, dependendo do quesito. 69 usuários piauienses responderam ao questionário.

Ao final da pesquisa, ficou estabelecido (por maioria na porcentagem), quê:
O usuário piauiense descobriu o twitter através da própria internet - os homens representam maioria na utilização do microblog, faixa etária entre 20 e 25 anos, ensino superior incompleto, maioria atuando nas áreas de comunicação (jornalismo, publicidade e propaganda, relações públicas), residentes na Capital (Teresina).

Os usuários possuem maioria das redes sociais disponíveis, incluindo blogs, entretanto o Orkut ganhou por unanimidade. A plataforma mais utilizada para twittar dos participantes é o computador e o período de utilização do serviço ocorre mais durante o meio da semana.

A maior parte dos entrevistados respondeu que “twitta” mais de uma vez por dia, mas apenas a minoria afirmou já ter feito a cobertura de algum evento pelo twitter. Quanto ao tempo de uso do twitter, boa parte dos entrevistados assinalou a questão de 1 ano a 6 meses, já quando a pergunta era sobre perfil profissional, quase nenhum usuário marcou essa opção, a maioria esmagadora utiliza o twitter para fins pessoais.

Ao longo do artigo, é elencada a evolução da escrita na internet, do blog ao micro blog. Além das explicações sobre o que é o twitter, o fenômeno twitter no mundo, Brasil, Piauí e por fim o perfil do usuário regional. Twitter é um tema atual, amplo, intrigante, revolucionário, mas não possui tanta bibliografia, até mesmo pelo caráter recente, portanto esse artigo é muito relevante para pesquisadores e interessados nessa área.



VEJA os slides da apresntação

Confira como foi a apresentação do artigo no INTERCOM

Sua vida em 140 caracteres - Matéria VOLVER

@Afonso Rodrigues no arquivo VOLVER

CONFIRA O ARTIGO: "O Piauí no Twitter: o perfil do usuário da plataforma no estado

Por: Ana Isabel Freire (anaisabel_freire@hotmail.com) - Mariana Guimarães (mariana-guimaraes@hotmail.com) – Nina Nunes (nina_quasenada@hotmail.com)

Uma história de estímulo

Flávia Rocha, graduada em Comunicação Social pela UFPI, é selecionada para cursar Mestrado na UnB
A pesquisadora responde algumas perguntas da Equipe VOLVER, e dá dicas para alunos que se interessam pela carreira acadêmica
Flávia Rocha entrou para cursar Comunicação Social com habilitação em Jornalismo na Universidade Federal do Piauí – UFPI, em 2002. Durante a graduação, sempre procurou freqüentar encontros e INTERCOM’s, entretanto não para apresentação de pesquisas – nesse tempo projetos científicos, ainda se figuravam como “bicho de sete cabeças” para Flávia. Em um desses INTERCOM’s que Flávia participou, alunos do 1° período da UFMA ganharam um prêmio de iniciação científica, ela se impressionou com esse exemplo e viu que era possível, ainda que prematuramente ou com estrutura precária, desenvolver um bom projeto. Antes, Flávia esperava pela iniciativa dos professores, mas com maturidade e experiência, ela percebeu que a qualidade essencial de um pesquisador é ser “bisbilhoteiro” e correr atrás e que não adianta esperar por iniciativas de terceiros, embora existam pessoas em quem se apoiar e fortalecer, não adianta nada se o aluno não fizer por si. Foi nessa perspectiva que Flávia se tornou uma pesquisadora, primeiro na linha de Análise de Discursos, tendo como orientador o professor Laerte Magalhães.

Após a conclusão da graduação em 2005, Flávia começou uma Especialização em Telejornalismo, na UFPI. O curso contou com a participação de vários professores renomados, como: Osvaldo Balmaseda (Universidade de Havana), a Profa. Dra. Ana Paula Goulart (UFRJ), o Prof. Dr. Paulo Fernando Lopes (UFPI), Prof. Dr. Fausto Neto (UNISINOS), Prof. Dr. Gustavo Said (UFPI), Prof. Dra. Joseti Marques (F. ESTÁCIO DE SÁ/RJ), Prof. Dr. Alfredo Vizeu (UFPE), Prof. Domingos Meirelles (GLOBO/RJ), Profa. Mônica Silveira (GLOBO/PE), Profa. Ms. Jô Mazzarollo (GLOBO/NE), e Profa. Dra. Dácia Ibiapina (UNB).

Além da Especialização Flávia passou três anos na TV Clube, como produtora de todos os telejornais. Depois foi editora do Portal AZ e, atualmente, produz o jornal Notícia da Manhã, programa da TV Cidade Verde apresentado por Nadja Rodrigues. Paralelamente a profissão de produtora, Flávia se empenhou firme nos estudos e foi aprovada na Seleção de Mestrado da UnB (Universidade de Brasília), agora em Outubro. Flávia vem de uma turma, em que ela já é a sétima a fazer mestrado, as colegas mestras e mestrandas são: Ticyane Vaz que concluiu mestrado pela Metodista-SP, em seguida Francilene Oliveira (Metodista-SP) – quem está pesquisando sobre a revista Piauí; Karla Nery (UNISINOS-RS); Patrícia Vaz (que está na Universidade Federal de São Carlos-SP); Daiane Rufino (Metodista-SP); e Rosa Rocha (Metodista-SP). Segundo Flávia: “Isso tudo é um fruto que foi plantado na graduação com a ajuda de alguns professores”.


Flávia foi a segunda mulher a comandar um Portal em Teresina


Veja o que Flávia Rocha respondeu a Equipe VOLVER:

VOLVER: Como foi a seleção para o mestrado?

Flávia Rocha: O primeiro passo foi decidir o que eu queria. Depois acreditar e botar a cara nos livros, abdicando de muita coisa, inclusive salários maiores. Quanto ao processo de seleção da UnB, há quatro etapas. Primeiro, o projeto de pesquisa. Quando este é aprovado, o candidato passa para as etapas seguintes: prova escrita, prova oral e a prova de língua estrangeira (Inglês ou Francês). Na prova escrita, eles oferecem cinco questões para você escolher três, nesse caso você fará três dissertações usando os autores da bibliografia da linha de pesquisa. Na prova oral, você explica o que é seu projeto, tendo que convencer a banca de que a sua pesquisa é importante, mas com humildade, respeitando as interferências da banca. Minha dica é sempre conversar muito com quem já passou por esses processos, porque, de repente, você perde uma grande oportunidade por causa de um pequeno deslize. Outra dica é pensar realmente em contribuir com a evolução da sociedade e não em ter um papel debaixo do braço. O Brasil precisa de pessoas não apenas com vontade, mas com disponibilidade e competência para ajudar. Geralmente quem não pensa só em diploma é quem faz o diferencial. O cheiro dá pra sentir de longe.

VOLVER: Qual a sua linha de pesquisa? E o tema da dissertação do Mestrado?

Flávia Rocha: A minha linha de pesquisa do mestrado é Políticas de Comunicação e de Cultura. E o tema é: O cinema brasileiro e o mercado audiovisual globalizado: experiências e estratégias em co-produção.

VOLVER: Quais melhorias, na sua opinião, deveriam acontecer na UFPI (de forma geral: alunos, professores, estrutura) para aumentar a produção de conhecimento?

Flávia Rocha: Primeiramente, deveria haver uma maior negociação entre estudantes e professores. Professor também precisa de gás, de se sentir estimulado. Se o aluno não consegue cumprir um pequeno compromisso como ler um texto que será debatido na aula seguinte, fica difícil o professor achar que o aluno está interessado. Aí é que vão surgindo as “panelinhas”. Os que conseguem expressar mais interesse colam nos professores que vão dar “as chaves” pra eles. Enquanto isso, outros acabam ficando às margens desse processo, fazendo um curso meramente morno, baseado em notas, sem produção de conhecimento de fato. A busca pela pesquisa devia virar uma epidemia na UFPI, com professores mais antenados com o mundo da pesquisa e alunos cobrando mais, com respeito. E era esse interesse conjunto, essa responsabilidade com a universidade, que nos unia. Os professores, de forma geral, tinham uma empatia muito grande com a nossa turma. Isso era ótimo, uma revolução silenciosa e bastante proveitosa. A gente não fazia “barulho”, respondia com trabalho. Inclusive, chegamos a fazer um telejornal, um programa de rádio e um jornal impresso em uma comunidade, onde os produtores da notícia eram os jovens da comunidade. Tudo sem a presença do professor. Ele foi apenas a um ou dois dias. No restante do período, sozinhos, com muito compromisso, concluímos todo o trabalho. Mas claro que não é só isso (o interesse do aluno). A coordenação deve construir estruturas de incentivo à pesquisa, dando apoio aos alunos de forma ininterrupta.

Parabéns, Flávia!








Por: Ana Isabel Freire (anaisabel_freire@hotmail.com) - Mariana Guimarães (mariana-guimaraes@hotmail.com) – Nina Nunes (nina_quasenada@hotmail.com)

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

III CONEUFPI

Alunos discutem a educação no Piauí e Brasil
Novo estatuto do DCE será decidido na plenária final do congresso

Está acontecendo nas dependências da Universidade Federal do Piauí (UFPI) o III Congresso de Estudantes da UFPI (CONEUFPI), que esse ano traz o tema “Educação e Políticas para Ensino Superior: uma luta do movimento estudantil."

O CONEUFPI é um evento anual e estatutário, promovido pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE), a programação desse ano acontece do dia 21 a 24 de Outubro.

O objetivo do congresso é representar a instância máxima de deliberação do corpo do Movimento Estudantil, aqui de Teresina, para isso conta com a participação de estudantes da UFPI.

Para cada 50 alunos, um é escolhido como representante (delegado), essa escolha é realizada através do Centro Acadêmico, por meio de assembléias ou mesmo eleições diretas. O aluno escolhido como representante leva as propostas do curso, as visões políticas, os ideais de mudanças e juntamente com os outros estudantes/ representantes dos outros cursos debatem e fazem proposições a respeito da função dos estudantes na melhoria do ensino e da sociedade em geral.

Membro da organização fala sobre a eleição para o novo estatuto do DCE

O congresso é pautado em três aspectos principais; o primeiro é o debate a respeito da conjuntura nacional, a situação da sociedade brasileira e piauiense como um todo; o segundo é mais específico tratando da discussão acerca da Educação e Universidade, os deveres e compromissos dos estudantes para melhorar as condições e qualidade de ensino e o terceiro se relaciona com a própria organização do Movimento Estudantil, que é a luta dos estudantes dentro do centro acadêmicos e do DCE.

O CONEUFPI é um congresso repleto de representação e participação, oriunda de cada curso da Universidade. Além dos debates acerca da Educação e Políticas para Ensino Superior, está prevista que ocorra uma mudança no estatuto do DCE, após os três dias de debate, o congresso será encerrado com uma plenária final, onde serão escolhidas (votadas), pelos delegados, resoluções para o estatuto do Diretório Central dos Estudantes utilizar como meta (independente da gestão).

Delegação do Curso de Comunicação Social


Um dos representantes do Curso de Comunicação Social, Emanuel Alcântara, falou sobre as idéias e proposições que a delegação de Comunicação Social vai colocar em discussão: “A nossa principal proposta é manter a autonomia do movimento, porque desde 2005 o Movimento Estudantil da UFPI atua de forma coordenada com as atividades da instituição e nós somos a favor de que a UFPI dialogue com outras instâncias de discussão.”

Delegado do Curso de Comunicação Social fala das propostas que vão ser levadas

Confira mais informações e programação completa aqui - GIRA NOTÍCIA


Por: Ana Isabel Freire(anaisabel_freire@hotmail.com); Mariana Guimarães(mariana-guimaraes@hotmail.com); Nina Nunes(nina_quasenada@hotmail.com)

Iniciação Científica

UFPI discute importância da Iniciação Científica
Estudantes e professores se reunem no XVIII Seminário de Iniciação Científica

Palestras de abertura

Começou nessa quarta-feira (21), no auditório do Centro de Tecnologia da UFPI – Universidade Federal do Piauí, o XVIII Seminário de Iniciação Científica e o I Seminário de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico. O evento tem por objetivo, discutir a importância do desenvolvimento de pesquisas cientificas, ampliar o conhecimento acerca do PIBIC (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica) além de incentivar a criação de projetos e o maior interesse por parte dos alunos da universidade em ingressar em grupos de pesquisa.

O Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da UFPI, Profº Dr. Saulo Brandão, falou a nossa equipe da importância da realização do Seminário para o corpo discente da universidade. "A iniciação cientifica não tem somente a ver com pesquisa, isso se reflete diretamente na qualidade do ensino, na qualidade do que é produzido na universidade, na qualidade do professor que passa a também ser um aprendiz, na palestra, foi mostrado a importância do PIBIC pra própria política universitária, onde se democratiza o aceso aos laboratórios, aos núcleos de pesquisa, existe todo um processo de democratização, tão importante pra universidade nos dias de hoje.
Confira o vídeo!


Profº Dr. Saulo Brandão, Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da UFPI,

Os projetos de iniciação científica vêm garantindo um espaço cada vez mais vasto para que estudantes desenvolvam pesquisas fora do ambiente restrito das salas de aula, nas mais diversas linhas de pesquisa. Para a estudante de Comunicação Social, Thalita Castelo Branco, explica por que ingressou no campo da pesquisa cientifica: “eu acho que você indo fazer pesquisa você cresce muito mais do que só indo assistir aula, é muito importante pra sua formação acadêmica, porque você abre sua mente para novos conhecimentos”.
Veja o vídeo!


Thalita Vitória, aluna do 5° período de Comunicação Social



Por: Ana Isabel Freire(anaisabel_freire@hotmail.com); Mariana Guimarães(mariana-guimaraes@hotmail.com); Nina Nunes(nina_quasenada@hotmail.com)