Mostrando postagens com marcador fotos teresina. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fotos teresina. Mostrar todas as postagens

domingo, 15 de novembro de 2009

Cumbuca Cultural

A amostra cultural visa valorizar os talentos regionais
Gravação de DVD e apresentações garantem o sucesso do evento

Acontecerá nos dia 20 e 21 de novembro, a III edição da Amostra Cumbuca Cultural, no Espaço Cultural Noé Mendes na Avenida Petrônio Portela, próximo à ADUFPI.

O evento terá a participação de dez artistas locais, entre eles, Batuque Elétrico, Validuaté, o Conjunto Roque Moreira, entre diversos outros destaques da música piauiense.

O Cumbuca Cultural, criado em 2006, na capital Teresina, foi um projeto idealizado pelas bandas Batuque Elétrico, Validuaté e Captamata. Inicialmente, o movimento visava tornar público os talentos da música local. Desde então, não parou mais.

A primeira Amostra aconteceu em novembro de 2007, com as bandas Validuaté, Batuque Elétrico, Captamata, Roque Moreira e a estreante Cadêloscopos. Projeto este, que rendeu seu primeiro DVD gravado pelas bandas em conjunto, o DVD AMOSTRA CUMBUCA CULTURAL. Em março de 2008, concretizou-se a II edição, com as quatro primeiras bandas do I Amostra Cumbuca Cultural, juntamente com o grupo Fragmento de Metrópole, outra novidade da música piauiense. Neste festival, houve o lançamento do primeiro DVD da Amostra.

A III edição do evento será aberta pela banda Eucapiau, a partir das 21 horas. Logo depois, se apresentarão FullReggae, Captamata, Roque Moreira e Teófilo Lima. Além das apresentações dos talentos piauienses, o festival gravará o segundo DVD AMOSTRA CUMBUCA CULTURAL.
Veja a programação:

Gravação do 2º DVD Amostra Cumbuca Cultural

SEXTA (20/11)
Eucapiaui
FullReggae
Captamata e os Ninguéns
Conjunto Roque Moreira
Teófilo Lima

SÁBADO (21/11)
Clínica Tobias Blues
Eita Piula
Radiofônicos
Batuque Elétrico
Validuaté


MAIS INFORMAÇÕES : Site oficial do evento

Veja mais sobre a banda Validuaté

Arquivo Volver: Entrevista com Validuaté



Por: Ana Isabel Freire (anaisabel_freire@hotmail.com) - Mariana Guimarães (mariana-guimaraes@hotmail.com) – Nina Nunes (nina_quasenada@hotmail.com)

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Previsão do Tempo

Possibilidade de pancadas de chuva
AVISO: não dispensem as proteções de chuva, elas poderão ser necessárias hoje

De acordo com o CPTEC, hoje (6), em Teresina, o dia vai ser de calor intenso, com as temperaturas variando entre: mínima de 23°C e máxima de 37°C. A probabilidade de chuva fica na casa dos 30 %, portanto objetos que protejam da chuva são indispensáveis, pois a qualquer momento, a chuva pode cair na nossa Capital. Entretanto, não é por causa da razoável probabilidade de chuva que a proteção com o sol e calor deve ser esquecida, a ingestão de líquidos e alimentos leves é importante para evitar doenças típicas do calor: LEIA MAIS, além dos cuidados com a exposição ao sol, principalmente durante os horários de pico, entre as 11 e 16 horas. O protetor solar, esse sim, não deve ser esquecido de forma alguma, já que, segundo a previsão, o índice de raios Ultravioletas deve chegar ao nível 12, que é considerado “extremo” e um vilão para a pele.


Perigos dos Raios UV


Por: Ana Isabel Freire (anaisabel_freire@hotmail.com) - Mariana Guimarães (mariana-guimaraes@hotmail.com) – Nina Nunes (nina_quasenada@hotmail.com)

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Validuaté

Esse Vale fica perto da onde, menino?
Do Até, oras


Até que poderia ser Vale, mas não é. O nome Validuaté não surgiu de nenhum Vale, de nenhuma cidadezinha estranha com esse nome. O nome vem de VALIDADE, isso mesmo! Quando você pega um biscoito e atrás dele tem escrito até quando é saudável comê-lo, tem assim: VALIDO ATÉ. Pois foi nisso que Anderson Canibal (ex-integrante da banda) pensou quando sugeriu o nome - O VALIDO ATÉ, que foi aglutinado e tornou-se o: Validuaté, a banda teresinense que embala os jovens da cidade com uma mistura de ritmos, poesia e MUITA criatividade.

Dentre as peculiaridades que envolvem a banda, o nome pode ser até a principal, mas não é a única, por exemplo: o grupo é formado por professores, só um, dos cinco integrantes, não leciona e com esse também ocorre mais uma curiosidade estranha: Ele nem mesmo reside em Teresina, vem de União (sua cidade) só para ensaios e apresentações. A Banda que já está na estrada há 5 anos, mas precisamente há 5 anos e 5 meses, já que surgiu em Maio de 2004, conta com os professores, digo, com os integrantes: José Quaresma professor de Português e Inglês que comanda o vocal; Thiago também professor de português, também no vocal, mas além disso no cavaquinho e pandeiro; Vazin, professor de Geografia, na guitarra base; Wagner, professor de Português e mestrando da USP, toca contra-baixo; Jonh Well, baterista, dá aulas de música e por fim, direto de União, Júnior Caixão, que não é professor, mas é o guitarrista solo da banda Validuaté.

A iniciativa para formação da banda surgiu através do vocalista Quaresma e do guitarrista Júnior Caixão, os dois já tinha uma banda que era a “papel de parede”. Mas que quase nunca se apresentava. As reuniões da banda ocorriam quando se aproximava o Festival “Chapadão”, no qual a banda se apresentou em 2002, 2003 e 2004. A banda adquiriu uma formação em 2004 e não alterou quase nada até os dias atuais. O segredo para longevidade do convívio advém do respeito e consideração por parte dos integrantes. Segundo, Thiago, tudo acontece de forma bastante democrática entre eles.

Com dois CDs lançados, o primeiro “Pelos Pátios Partidos em Festa” e mais recentemente o “Alegria Girar”, que já é sucesso. Com letras primorosas e inventivas, melodias românticas e engraçadas, uma performance inconfundível, principalmente por parte do “serelepe” Thiago E, a banda “Validuaté” tem fãs e seguidores pelo Piauí inteiro - Tanto que venceu por maioria nossa enquete... E por isso, teremos uma entrevista com eles aqui no VOLVER. LOGO MAIS!

Quaresma e Thiago E (representando a banda. Visto que um integrante mora em União e outro se encontra em São Paulo) nos receberam no pátio de uma escola, onde os dois fazem preparatório para concursos. Atrasados para a aula, mas com muito bom-humor e paciência, os dois riram, nos divertiram e ficaram preocupados com o sinal que toda hora tocava (garotos responsáveis, não?). O Quaresma ia moldando a entrevista de acordo com a suavidade de sua voz e respostas. Já Thiago E com toda inquietude e imaginação, acrescentou ao ambiente, um tom poético, singelo, quase infantil. Tanto que uma das integrantes logo desconfiou que ele era o caçula da banda, mas nem é. Mas que parece, parece. Quaresma assumindo uma postura de pai, brigou com o filho Thiago falante: "Tá bom, vá pra aula meu filho. Ham!" Na verdade, ele devia ter brigado com a equipe Volver que se empolgou no papo (risos).


Você pediu, a gente obedece! Especial Validuaté

A lenda do peixe Francês

Vote no Validuaté no concurso: Cantos do Piauí

Saiba mais sobre a banda

Novo CD “Alegria Girar”

Validuaté no Twitter

My Space do Validuaté

Mais vídeos no CANAL VOLVER



-
Por: Ana Isabel Freire (anaisabel_freire@hotmail.com) - Mariana Guimarães (mariana-guimaraes@hotmail.com) – Nina Nunes (nina_quasenada@hotmail.com)

Os sonhos de um sonhador

Coletiva de imprensa reúne elenco do filme
Vida de Frank Aguiar nas telonas, o cantor será interpretado por Gustavo Leão

Aconteceu nessa sexta-feira (30), no Clube dos Diários, a coletiva de imprensa, na qual estava presente parte do elenco do filme “Os sonhos de um sonhador” que contará a historia do músico piauiense Frank Aguiar.


O ator Gustavo Leão que irá interpretar Frank na fase dos 17 aos 25 anos comentou como está sendo a fase de preparação para a montagem do personagem e do processo de aprendizagem, principalmente do sotaque piauiense, até agora uma das maiores dificuldades para o ator.

Além de Gustavo Leão, estiveram presentes Daniel Zettel, os humoristas Dirceu Andrade e Amauri Jucá e o garoto Luygo Vaz, de 14 anos, que interpretará Frank Aguiar na adolescência, até os 16 anos.

A Equipe Volver conversou com o jovem Luygo a respeito da participação dele no filme. A seleção para a escolha do ator mirim ocorreu no mês de Abril deste ano, no Rio Poty Hotel e no Espaço Trilhos, onde os candidatos foram avaliados através de uma encenação. Luygo ficou sabendo do resultado sábado (24) através de sites locais.

O garoto diz ainda não conhecer Frank Aguiar, nem a cidade natal do cantor, Itainópolis: “ainda não conheço o Frank, a gente vai se conhecer segunda-feira (02) e viajamos dia 18 de novembro. Por enquanto estou fazendo laboratório todos os dias e conversando com amigos dele”, diz Luygo.



Quer saber mais sobre a produção do filme?

CLIQUE AQUI

Quer saber mais sobre Itainópolis?

CLIQUE AQUI

LOCALIZAÇÃO:


Exibir mapa ampliado




Por: Ana Isabel Freire (anaisabel_freire@hotmail.com) - Mariana Guimarães (mariana-guimaraes@hotmail.com) – Nina Nunes (nina_quasenada@hotmail.com)

Esporte e superação

Cadeirantes dão exemplo de força de vontade
Time de Basquete sobre cadeira de rodas além de premiado, enfrenta o preconceito e inclui atletas na Capital
Segundo lugar no regional nordeste, Terceiro lugar no Brasileiro e Bicampeão do Maranhão, todos em 2009. Esse foi o resultado de um trabalho que começou em 2003. O time de Basquetebol de Cadeira de Rodas de Teresina formado por 14 atletas das mais diferentes limitações, é a prova concreta de que o esporte se praticado com persistência e seriedade, sejam eles na categoria olímpica ou paraolímpica, geram resultados satisfatórios e engrandecedores.
Em 1958, o Brasil ingressou na atividade paraolímpica através do basquete de cadeiras de rodas. Em 2006, o Piauí formou sua primeira equipe de basquetebol em condições de disputar competições oficiais. Antes, eles não tinham tanto incentivos, nem tantos atletas interessados. No primeiro campeonato disputado, os competidores dos outros estados chegaram a dizer que a equipe Piauiense utilizava carroças e não cadeiras. Superado o problema “estrutural”. Ano seguinte, a equipe conseguiu o 3° lugar no Brasileiro. O olhar dos outros atletas mudou, “eles vêm do Piauí, competindo a pouco mais de um ano e já conseguem um pódio?” – Esse é o olhar de quem sabe do esforço por trás de cada conquista.

A ajuda é mútua, as dificuldades são superadas em grupo

Ao contrário do que se imagina, o basquetebol paraolímpico tem as mesmas regras e estrutura do basquete convencional. O tamanho da quadra, a altura das tabelas e o tamanho e peso da bola, são os mesmos para as duas modalidades. O que diferencia é o modo como se joga. Para os paraolímpicos, a cadeira de rodas é fundamental, não como um entrave, mas como um elemento fundamental com o qual eles têm que lidar, só isso.

“Eu gosto do que eu faço, é gratificante, faz bem pra mim e faz bem pra eles também, tenho um convívio diário com eles não só na quadra, mas também fora. Nossa relação é de amizade”. Para o técnico Rex Jone, não é difícil treinar o time, o importante é se adequar ao grau de limitação de cada atleta. Rex ainda acrescenta que não é bom olhá-los com pena ou dó. Eles são pessoas normais, com algumas limitações, mas segundo ele, todo mundo têm limitações. O que diferencia é o grau, mas eles não são incapazes, portanto não tem o porquê de haver um sentimento de pena. O treinador Rex diz que não economiza nos “puxões de orelha”. “Eles treinam sério, por isso nossa equipe evoluiu tanto. E se de repente, um não consegue fazer determinada coisa, ou erra insistentemente, o grupo mesmo apóia, ajuda, dá uma força e ele consegue superar. Eles são capazes!”.

No basquete paraolímpico, os atletas são classificados de acordo com o grau de deficiência. Essa classificação funcional delimita a pontuação máxima que uma equipe deve ter dentro de quadra, que segundo o Comitê Brasileiro de Basquete na cadeira de rodas, a soma máxima não deve ultrapassar os 14 pontos. A disposição quanto à pontuação varia de um a quatro e meio. Quanto menor o número, maior o grau de limitação do atleta.

Alunos de Educação Física também ajudam nos treinos

Arma de fogo, poliomielite e tétano. Essas foram às causas que levaram Maurílio Oliveira, Renato Lima e José Araújo Filho a se encontrarem e lutarem por um mesmo objetivo: provar para eles, que o esporte é mais do que chegarem ao topo do pódio. O esporte é a tão sonhada inclusão, é a oportunidade de se sentirem capazes e fortes diante das dificuldades. Praticar um esporte paraolímpico é um exercício de superação. “Sem o esporte você fica isolado do mundo, quem prática esportes supera o preconceito, as adversidades, faz amizades e até melhora o relacionamento com as pessoas, aqui você encontra alguém que lhe entende, que lhe compreende”. Diz Renato Lima, ala do time.

As posições e pontuações dos atletas entrevistados, são: Maurílio, armador, um e meio (1,5) em função da lesão medular que limita os movimentos de tronco; Renato (ala) e José Filho (pivô), dois pontos (2,0), mesmo tendo poliomielite e amputação da perna esquerda, respectivamente, tem uma pontuação superior em função da maior facilidade de deslocamento e mobilidade.

Com boa vontade e muita simpatia. Os atletas responderam a equipe VOLVER algumas perguntas. CONFIRA:

Volver: Como vocês descobriram o basquete em cadeiras de rodas?
Maurílio: Eu descobri lá no Sarah Kubitschek. Lá, eu encontrei quatro pessoas que faziam tratamento, também com lesão medular. E formamos o time quando chegamos aqui. Apesar de ser um time novo em competição, já temos segundo lugar no regional e terceiro no brasileiro.

Renato: Estava em casa, quando sai para ver um pagode que estava acontecendo do lado. Lá encontrei o Maurílio que me convidou para fazer o teste. Depois fui ate o Círculo Militar fiz o teste e o Rex me convidou para ficar.

José Filho: Eu soube através de um amigo.

Volver: Como vocês se sentem ao entrar em quadra?

Maurílio: Sinto uma emoção muito grande. O basquete é uma das paixões da minha vida. Já jogava antes da deficiência, só adaptei por causa da cadeira. Depois do acidente eu não entrei em depressão, na verdade, eu estava feliz por estar vivo com a minha esposa e meu filho.
Renato: No primeiro regional na Paraíba, quando eu entrei no jogo no terceiro quarto, a primeira cesta que eu fiz, comecei a chorar em quadra. Você entrar em quadra, representar a bandeira do seu estado, vendo todo mundo na arquibancada te dando força e tu fazer uma cesta, ajudar teu time é ganhar, é algo mesmo pra se emocionar.

José Filho: Também fico muito emocionado. Aqui é o lugar onde você se sente bem, você se diverte em quadra, todo mundo se trata de igual pra igual.

Se o time utilizar uma mulher no elenco, ganha um 1 ponto de bônus

_________________________________________


O treino mais parece uma reunião de clube. Todos os melhores amigos se reunindo, momentos de descontração e troca de experiências marcam o treinamento. Mas na hora de treinar sério, todos se empenham, sob o olhar atento e exigente do técnico. É nítido que os jogadores também se cobram, perseguindo melhores resultados, não o melhor resultado dentre os companheiros, mas o melhor resultado, de acordo com sua individualidade. Diante de um empecilho qualquer, o rosto franzido e obstinado, após um acerto o rosto iluminado pela luz brilhante da superação.

Assistir o treino de basquete dos cadeirantes, é compreender, acima de tudo, que todos somos iguais, sim! Entretanto cada um com suas particularidades e diferenças. Em quadra, todos os jogadores se diferenciam, mas isso não tem nada a ver com suas condições físicas ou classificação funcional, os atletas se diferenciam, porque são únicos. Como todos nós somos: Únicos! O esporte praticado por deficientes deixa isso bastante claro. Por isso, não valem comparações, cada um dá o melhor de si. E é justamente assim que qualquer atividade deveria ser encarada, levando em consideração o esforço individual que cada um utilizou para chegar a determinado resultado. Somos iguais, sobretudo, porque todos temos dificuldades e limitações. Seja de qualquer natureza. O importante é o poder transformador presente em cada um.

Renato é só alegria e emoção quando fala do Basquete

Renato poderia estar em casa se maldizendo da vida em frente à TV, assistindo programas esportivos (que são seus favoritos) e invejando o sucesso dos atletas que ele acompanha. Mas não, Renato enfrentou seu próprio preconceito e todos os dias desafia a ausência de acessibilidade da nossa Capital e vai treinar, talvez fosse mais fácil ficar em casa. Mas pergunta ao Renato se seria mais prazeroso? Renato, que sonha em jogar na Seleção Brasileira Paraolímpica, não inveja mais os atletas da TV, afinal de contas, ele tem sua própria rotina e satisfação de atleta. Os desafios existem, resta saber da coragem para enfrentá-los.
VEJA O VÍDEO DO TREINO



MAIS INFORMAÇÕES:

Confederação Americana de Basquete para Cadeirantes


Confederação Internacional de Basquete para Cadeirantes


Paraolimpíadas


Conquista de títulos do time de Basquetebol de Cadeira de Rodas de Teresina


Conquista de títulos do time de Basquetebol de Cadeira de Rodas de Teresina




Por: Ana Isabel Freire (anaisabel_freire@hotmail.com) - Mariana Guimarães (mariana-guimaraes@hotmail.com) – Nina Nunes (nina_quasenada@hotmail.com)

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Palácio da Música

Vai ser em Novembro, aguarde!
Muito mais que merecido, Teresina ganhará espaço destinado à música

O Palácio da Música já está em fase de conclusão. O projeto da prefeitura de Teresina tem por objetivo a construção de um local para abrigar os grupos de música da capital. Hoje, grupos como a Orquestra Sinfônica, Banda de Musica 16 de Agosto e Coral da Cidade não têm um local para ensaios. A Orquestra Sinfônica que conta com 80 músicos, por exemplo, ensaia de modo precário na Casa da Cultura, e assim como a Orquestra os outros grupos necessitavam de um espaço adequado para produção de música e ensaios.

O prédio está localizado no cruzamento das Ruas Santa Luzia e 13 de Maio, no centro de Teresina, onde funcionava o antigo Mercado Cajueiro. O palácio tem salas construídas especialmente para abrigar grupos de música, com tratamento acústico, salas individuais de ensaio, uma sala grande de ensaio com capacidade para até 90 músicos, uma sala de concerto com 140 lugares e uma cafeteria, o Café Concerto, onde deverão acontecer apresentações menores.

Fase Final - Auditório


Segundo o diretor do Palácio da Música, Luciano Klaus, “Esse complexo vai ser a princípio a sede desses grupos, onde eles vão poder ensaiar tranquilamente e vão poder produzir música de qualidade, e também vai ter um espaço de contato com o público, que é a sala de concerto aonde esses grupos vão se apresentar”. O Palácio terá um calendário regular de música, principalmente música erudita e música acústica, e a cafeteria será aberta diariamente, com música mais suave.


Ainda faz parte do projeto, a realização de oficinas. Luciano Klaus enfatiza que o Palácio não será uma escola de música, “é a casa onde os músicos ensaiam, mas a gente pretende ministrar oficinas, aproveitar os músicos que vão estar aqui pra fazer as oficinas, principalmente, pra comunidade que não tem acesso, a idéia, é um projeto que beneficie primeiro as crianças, de preferência dos bairros mais distantes do centro, criar uma interação entre a casa da música e essas crianças que não tem acesso nenhum a esse tipo de cultura”.


A construção e os investimentos são de responsabilidade da prefeitura de Teresina, através da Fundação Cultural Monsenhor Chaves, hoje presidida pelo professor Cineas Santos. A direção como foi dito anteriormente, é de Luciano Klaus e será compartilhada com os maestros dos grupos musicais que vão utilizar o espaço, entre eles Aurélio Melo, Wilson Costa e Erisvaldo Borges.


O prédio deverá ser inaugurado na primeira quinzena do mês de novembro, uma vez que os grupos querem aproveitar o período natalino para fazer um concerto de corais, trazendo alguns corais de fora da cidade e promovendo uma interação com os de Teresina.


Boas iniciativas merecem ser divulgadas, e comemoradas, devidamente comemoradas, a nossa cidade de Teresina carecia de um ambiente para a prática de música. Para muitos que almejavam essa conquista, o Palácio da Música vem a ser um sonho realizado! E para os que trabalharam em prol desse sonho, o nosso sincero agradecimento. A equipe VOLVER se preocupa, torce e aplaude as conquistas que engrandecem o nosso estado!


Além disso, a equipe VOLVER se compromete em fiscalizar as atitudes desenvolvidas no Palácio da Música. Nós nos alegramos com a iniciativa, mas esperamos que as expectativas sejam igualmente correspondidas, de modo a contribuir para o engrandecimento cultural da cidade! Isso tudo, para que você, amigo usuário, se sinta contemplado pela nossa missão de informar e fiscalizar.


Por: Ana Isabel Freire (anaisabel_freire@hotmail.com) - Mariana Guimarães (mariana-guimaraes@hotmail.com) – Nina Nunes (nina_quasenada@hotmail.com)

Devoção em Teresina

Católicos celebram dia da padroeira do Brasil
Fiéis homenageiam Nossa Senhora Aparecida em Teresina


Teresinenses deram grande demonstração de fé e devoção a Nossa Senhora Aparecida nesta segunda (12), dia em que o Brasil rende homenagens à santa padroeira.

Uma missa foi realizada pelo Arcebispo de Teresina, Dom Sérgio da Rocha, auxiliado pelo ex- arcebispo Dom Celso José da Silva, pelo monsenhor Tony Batista e pelo Pe. Manoel. Aproximadamente três mil pessoas acompanharam a celebração, na Av. Marechal Castelo Branco, e seguiram em procissão até a Av. Duque de Caxias, onde receberam a bênção final do arcebispo. A comemoração foi organizada pela Arquidiocese da capital e intitulada Terceira Festa da Mãe de Deus.
Por: Ana Isabel Freire (anaisabel_freire@hotmail.com) - Mariana Guimarães (mariana-guimaraes@hotmail.com) – Nina Nunes (nina_quasenada@hotmail.com)

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

LINDA

Quarta-feira, 07 de outubro de 2009.





Apenas olho a minha Teresina...



Por: Nina Nunes