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domingo, 15 de novembro de 2009

Especial Frank Aguiar

Os sonhos de um sonhador
Entrevista com o cantor e político

Volver: Dos cenários piauienses escolhidos para a gravação. Qual o seu favorito?

Frank: Não dá para dizer. O Piauí é muito bonito. E eu estou muito feliz e orgulhoso por estar mostrando esse Piauí positivo que o Brasil não conhece. Eu sempre digo que os brasileiros não conhecem o Brasil, e o Piauí é maravilhoso, é lindo. Geralmente quando a gente tem oportunidade de ver lá fora, são cenas tristes, é enchente, é de seca, é de miséria, e eu não permito mostrar no filme coisas assim, até porque a gente tem muita coisa boa e positiva para mostrar do estado. Então nós começamos no Delta do Parnaíba, pelo litoral, lagoa do portinho, quebra mar, pedra do sal que é linda. Tem as cenas simples, tem, mas com grandeza, por exemplo, eu estou tocando numa barraquinha, para meia dúzia de pessoas lá, tomando caipirinha, cajuína, e tal, e imagine a fotografia do filme, o fundo do cenário por traz, a pedra do sal, aquelas dunas, é uma coisa indescritível. E aí viemos para a capital, aqui tem um cartão postal muito bonito, Teresina cidade mais verde, linda, apesar de calorosa, quente, mas ela tem verde, tem o calor das pessoas e o filme traz muito isso, daqui vamos para Picos e Itainópolis, a cidade onde eu nasci. Picos é a região que morei e a partida da rodoviária no ônibus Itapemirim, essa cena vai ser forte, em seguida nós vamos para serra da capivara, São Raimundo Nonato, onde vamos estar mostrando outra beleza, arqueológica, o Parque Nacional da Serra da Capivara, muito bonito, com um contexto histórico muito bacana, que o mundo vai ficar encantado quando ver, ouvir e aprender toda aquela escola lá, de vida. Do surgimento dos homens, da América, que acredito que foi aqui. Pelo menos é o que a história comenta, diz. De lá nós vamos sair para São Paulo, a cidade onde eu fui revelado, e de ônibus, com a equipe toda parando naquelas paradas mais inusitadas onde há 20 anos atrás eu vivenciei. E ai eu vou retratar a história de todos os imigrantes quando saem de suas origens, deixam sua gente, sua família, em busca da cidade, dos sonhos, das oportunidades. Esse momento vai ser bastante emotivo também, porque todo mundo vai viajar na sua história, voltar no tempo, saudade, e aí eu vou mexer com isso nos brasileiros, tenho certeza que no final de tudo vai da tudo certo, e aí vai ser só festa.

Volver: Qual a cena que você já nutre as maiores expectativas para ficar pronta? Você já tem uma preferida?

Frank: Agora eu tou me vendo como fazer um disco, tem um disco lá com 14 faixas e a princípio tem uma música da minha preferência, mas quando ele termina, no ato da finalização, ai eu vejo que a música que mais cresceu não era aquela da minha preferência, foi aquele que teve o melhor arranjo, uma coisa diferenciada, ai termina não sendo a que eu escolhi, portanto hoje, eu ainda não sei qual será a cena, mas imagino que a partida vai ser um momento que vai marcar muito, o meu encontro com o Padre Darli da Escola Diocesano, é um momento que tem essa história do menino, humilde, simples que trabalha, que quer o estrelato, que quer fazer sucesso, que é artista, que é músico, mas que não esqueceu de ir pra escola se educar, se aperfeiçoar e aprender. O Padre dizia assim pra ele (já foi gravada essa cena e eu chorei bastante, acho que não vai sobrar mais lágrima pra o lançamento não, eu assisto dois filmes, o que eu vejo filmar e o que passa pela minha cabeça), eu dizia: Padre é aqui que eu quero, eu vim de longe, de uma família humilde e eu não sei nem onde ficar ainda, Padre! E o Padre disse: Meu filho, você veio de longe e tá dizendo que não sabe nem como vai pagar o pensionato, a escola tem muita despesa, é uma escola particular e aonde é que você quer chegar? Ai ele chora respira, ai nesse momentinho que ele respirou e chorou, eu chorei dez vezes também, porque eu sabia e sei onde quero chegar e acho que cada um que vai assistir esse filme vai ficar imaginando seus sonhos. O Padre disse: Dá licença, que eu tenho quer sair pra missa e daqui a pouco, quando você tiver suas alternativas, você me procure. Ai eu fiquei triste, mas ainda acompanhei o padre e assisti a missa. Em um momentinho, eu pego o teclado, faço um belo solo, aí o Padre se admira e tal, quando o Padre se aproxima, eu penso: É agora que vou ganhar minha mensalidade! Ai você chora de emoção, você sorri, com essa dinâmica toda das pessoas pensarem, se sensibilizarem, se emocionarem e também sorrirem. Ai a noite foi só alegria, na cena que foi gravada na pensão da Dona Chica. O filme tem muitos momentos assim... Que eu não vou contar tudo, mas vocês vão ficar sabendo de algumas coisas que tão acontecendo.




Volver: E o Piauí que o mundo vai conhecer através do filme?

Frank: O mundo tem uma imagem que aqui é terra de índio, é de jumento, é de rapadura, farinha seca e de miséria. Teve um momento que nós fomos gravar no Centro cultural, lá em Parnaíba, Centro Histórico – lindo lá. Ai o cara me bota um jumento e uma carroça e eu tava conversando com o pessoal e não vi quando ele colocou o jumento na cena. Quando eu vi aquilo, pense em um “caba” revoltado e estressado: “Rapaz, tu não tem noção não, meu amigo?” E o diretor de figuração: “Porque? Tá bonito... Tá romântico aqui a carrocinha...” “Rapaz, pois não é isso que eu quero que o Mundo veja, rapaz aqui tem carro, tem avião, tem aeroporto, tem tudo, cara... Tem progresso, imagina se eu vou perder uma oportunidade dessa, de mostrar pra todo o mundo? Tire isso daqui agora, homem, pelo amor de Deus” Ai ficou atrás muito artesanato, muita coisa linda.

Volver: Qual o maior sonho do sonhador? É o filme realizado?

Frank: Hoje o maior sonho do sonhador é a realização do filme, mas ainda assim tenho muitos sonhos, os sonhos não acabaram. O filme traz a mensagem daquele menino que cai, mas se levanta. Daquele menino que chora, mas que tem resistência pra continuar a vida, mas uma coisa ele nunca deixa, que é a capacidade de sonhar.

Volver: Tem o filme que conta a história do Frank Aguiar e quando vai ter o livro? Você tem pretensões na linguagem escrita?

Frank: Sim! O livro vai sair junto com o filme, vai ser um livro belíssimo, que a gente ainda não tá divulgando, pra não mudar o foco. Mas ele virá junto com o filme também.

Volver: E o título do livro? Será o mesmo do filme?

Frank: Possivelmente combinará com o do filme, o filme tem mais ação, mas a linguagem escrita vai envolver mais, acredito.

Ao final, quem diria? Recebemos elogio de um Frank satisfeito, que ainda ressaltou que fomos autênticas e muito profissionais. “Olha que eu tava imaginando que vocês iam chegar perguntando sobre a história de cãozinho dos teclados e o porquê do AUUU – que eu não aguento mais responder, mas não! Tão de Parabéns! Precisando de qualquer coisa, estamos aí”.
Quando dissemos que a entrevista ia para um blog de uma disciplina de web... Frank logo disparou: “Fiquem a vontade para publicar. Minha intenção é exatamente essa. Dizer pra o mundo, pras pessoas, contar essa história e incentivar, porque se vocês observarem, as pessoas ou maioria delas, são pessimistas, já vão logo: “Olha é muito difícil fazer isso” “Não tem nem como” e desistem antes de começar, depois de assistir esse filme: esquece! Todo mundo vai achar: “Olha, eu sou muito é fraco, esse cara tinha uma dificuldade da peste e conseguiu, como é que eu não vou realizar o meu sonho?”Ai ele já sai da sai de cinema feito uma fera, pra se formar, pra ser doutor, pra ir atrás de um emprego, botar um negócio. É estímulo, é muita motivação o filme.”

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VEJA TRECHO DA ENTREVISTA






Por: Ana Isabel Freire (anaisabel_freire@hotmail.com); Mariana Guimarães (mariana-guimaraes@hotmail.com); Nina Nunes (nina_quasenada@hotmail.com)

Especial Frank Aguiar

Os sonhos de um sonhador
Entrevista com o cantor e político


Frank Aguiar recebeu a equipe VOLVER em sua suíte no Rio Poty Hotel, acompanhando da esposa Aline e da filha Luma, ainda estava com cabelos molhados de um banho e voz rouca, foi ai que entendemos quando a assessora dele disse: “O Frank está descansando”. Ele estava dormindo e acordou para nos receber (!), mas não estava com nenhum traço de mau-humor ou irritação, pelo contrário, foi super atencioso e gentil. Respondeu nossas perguntas com muita solicitude, acrescentou detalhes, contou dos bastidores e nos mostrou (todo orgulhoso) o espesso álbum de casamento e as fotos que ele fez com a esposa no Delta do Parnaíba, ela sempre alertando: “Frank, passe as fotos devagar, meninas gostam de ver os detalhes...”

Antes de iniciar a entrevista, comentamos que éramos estudantes ainda e que de certo, ele estava acostumado a lidar com profissionais, pedimos de antemão, perdão por qualquer eventual falha. Estávamos preocupadas em não vacilar com alguém que havia sido tão disponível conosco. Ele só dizia: "Que é isso? Não tem nada. Vamos lá...?"Sim, vamos! Confira a entrevista, que girou substancialmente em torno do filme “Os sonhos de um sonhador”:

Volver: Quando e como surgiu a idéia do filme?

Frank Aguiar: A historia do filme era um sonho, um desejo, acho que os artistas sonham com isso. E aí num bom momento fui provocado pelo Caco Milano e o Marcelo Barbosa, filho do Benedito Ruy Barbosa, que queriam produzir a princípio. Ai veio a novela Caminho das Índias e o pai dele chamou ele “Tem quer correr aqui comigo”. E o Caco continuou. E o projeto já tava na cabeça. E a gente não parou mais, ele foi me seguindo durante um ano, para montar o roteiro, viajando, convivendo com a família, e uma série de atividades para me conhecer e ouvindo meus depoimentos durante um ano para montar esse roteiro do filme.

Volver: E o nome do filme?

Frank: O sonho de um sonhador. Bastantes nomes foram dados e ele me veio com esse nome: “olha esse nome é interessante porque causa um pouco de perguntas nas pessoas”, alguns acham que não é certo, que é errado falar os sonhos de um sonhador e tal, mas é isso que eu quero, quero algo que chame a atenção. Na verdade, eu sou um sonhador, faz jus ao personagem da história do filme, e os sonhos é o que passava pela cabeça, principalmente daquela viagem que eu fui do Piauí para São Paulo, que vai ser retratada no filme. E aí eu achei interessante esse nome. Já tentaram mudar umas dez vezes esse nome, mas não tem jeito não. Eu gosto desse nome, me convenceu, e surgiu daí.

Volver: Não dá para contar toda uma história de vida em um filme. Ficou alguma parte de fora?
Frank: Certamente, eu tenho 39 anos de idade, vou fazer 20 anos de carreira artística, então você contar tudo isso, num longa metragem de 80, 90 minutos, é impossível, então o que é que eu fiz nesse filme: nós pegamos momentos que trazem conceitos assim de sonhos, de uma pessoa que acredita demais naquilo que ele quer, que por mais obstáculos que a vida lhe coloca, ele sempre enxerga depois do muro, a luz no fim do túnel, aquela conhecida frase. Falando de frase, me faz lembrar a frase do Platão que diz “Uma longa caminhada se inicia com um primeiro passo”, e assim eu fui criando essa história aí. Para colocar as principais partes, pelo menos a que eu gostaria que o mundo assistisse. Então vai ter aí desde a infância, a adolescência até o estrelato.


Volver: Você tem apenas 39 anos e certamente muitos outros sonhos para realizar, você pretende fazer um volume 2 do filme?

Frank: (risos) Primeiro nós vamos concluir esse aqui. Ele só fala da parte artística, não retrata a parte política que tenho como atividade também, e, não fala da vida pessoal, dos romances, essa coisa toda, só uns lancinhos de vez em quando. Porque eu era muito danado. E o segundo quem sabe, depois desse, eu vá querer criar outra história ou daqui a algum tempo mais, tem muitas histórias para contar.

Volver: Quais foram/são as maiores dificuldades em criar esse projeto?

Frank: As principais são aquelas que todas as pessoas enfrentam principalmente dessa área cultural que tem pouco incentivo. A gente tem até mecanismo de arrecadação de fundos para a realização de uma obra dessas que é muito caro, mas, eu por estar político também, evitei usar coisa pública. Então todos os custos foram como forma de patrocínios, merchandising. Então se o governo quis apoiar, ele também do outro lado cobrou: Eu quero aqui que seja mostrado isso e aquilo, para isso eu quero dar uma contribuição, pelo menos a logística porque é muito mais para se produzir, cenas que eu estou mostrado do Estado do Piauí, também eu estou bancando, com uns amigos que me ajudaram também, e essa é uma dificuldade muito grande de captação, de recursos, para um filme, milionário como esse, com uma mega-produção, que vocês vão ter oportunidade de ver, de assistirem. Mas são muitas dificuldades também, o fato de trazer toda essa equipe para cá, a gente depende de agenda, tem os atores que fazem novelas, mas assim, eu tinha que fazer jus ao título do filme, a história, a mensagem que o filme passa que é aquele cara que, não tem jeito, por mais dificuldade que ele tenha, ele quer e consegue. Então nós estamos conseguindo sim, esse início, acredito que vamos ter muitas dificuldades, de distribuição, de divulgação, atingir esse país continental todo, mas vamos enfrentar e superar e comemorar no final. É assim que o filme fala.

Volver: Como está sendo o processo de seleção da trilha sonora? Muitas músicas regionais?

Frank: Eu certamente vou usar músicas da carreira, isso é de praxe. E outras eu estou buscando com autores parceiros e também do estado, por exemplo, tem uma música que se chama Lamento de um nordestino, de um filho da terra, Francis Lopes, que ela retrata exatamente a minha partida. Um ônibus da Itapemirim para a cidade de São Paulo, em busca dos meus sonhos, deixando pai, mãe, meus amigos, a namoradinha da época, que até a Gysele que vai interpretar. Pra mim, isso é muito bom, porque envolve os filhos da terra, as pessoas daqui, as músicas são belíssimas, além do Francis Lopes, tem também o Lázaro do Piauí com a música “é feliz quem vive aqui”, a música retrata as belezas do estado e a auto-estima do povo e é tudo isso que eu quero vender pra o mundo: um Piauí feliz, alegre, sorridente e bonito. E infelizmente pouca gente conhece, no filme a gente vai passar outro conceito desse estado promissor, positivo, organizado, bonito e rico.

Volver: Geralmente, em produções biográficas alguns “enfeites” são adicionados ao roteiro, com intenção de tornar a produção mais bonita, mais emocionante... Atrativa. Aconteceu isso no “os sonhos de um sonhador”?

Frank: Isso é normal, pra rolar um pouco mais de emoção, mas nada fora da realidade, não tem nada no texto que seja mentiroso. Nenhuma passagem que não aconteceu na minha vida, eu fiz questão, né? Porque foi tanto história que eu contei, que pra resumir em um roteiro, não foi fácil, né? E a gente pegou só a nata, só as coisas boas, que já eram suficientes pra contar uma boa história real. Mas a gente vai ilustrar sem dúvida alguma as melhores coisas e principalmente, enaltecendo o estado do Piauí, o meu maior prazer e orgulho.

CONFIRA O ESPECIAL FRANK AGUIAR

VEJA NO ARQUIVO VOLVER

"Os sonhos de um sonhador"


Coletiva de imprensa do filme

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Por: Ana Isabel Freire (anaisabel_freire@hotmail.com); Mariana Guimarães (mariana-guimaraes@hotmail.com); Nina Nunes (nina_quasenada@hotmail.com)

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

"Os sonhos de um sonhador"

Depois de Parnaíba, é a vez de Teresina receber gravações
Frank Aguiar acompanha primeiro dia de gravações na capital
Após as filmagens em Parnaíba, tiveram início na manhã desta sexta-feira (06), as gravações das primeiras cenas, em Teresina, do filme "Os sonhos de um sonhador". As filmagens começaram pela manhã e terminaram no final da tarde. A locação foi na Rua Sete de Setembro, em frente à Escola Santa Helena.

Rua interditada para as filmagens


A gravação contou com a presença dos atores Gustavo Leão e Daniel Zettel, que filmaram a cena em que Frank Aguiar (Gustavo), conhece Assis Batista (Daniel). Segundo Daniel, "o Assis doutrinou o Frank na música". A cena se passa no ano de 1986, quando Frank tinha 17 anos.

Gustavo Leão, Frank Aguiar, espera os comandos da direção


As gravações foram acompanhadas pelo olhar atento de Frank Aguiar, que chegou logo cedo ao local. "A sensação é muito boa, é de realização ao ver essa historia sendo contada pra todo mundo. Nós vamos contar passagens importantes, que marcaram e que despertam a atenção das pessoas. São passagens emocionantes que realmente aconteceram na minha vida. É um motivo de alegria, orgulho e prazer", declarou o cantor.

Frank Aguiar conversa com o diretor do filme


CONFIRA O VÍDEO


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ARQUIVO VOLVER - mais informações sobre o flime


Por: Ana Isabel Freire (anaisabel_freire@hotmail.com); Mariana Guimarães (mariana-guimaraes@hotmail.com) e Nina Nunes (nina_quasenada@hotmail.com)

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Os sonhos de um sonhador

Coletiva de imprensa reúne elenco do filme
Vida de Frank Aguiar nas telonas, o cantor será interpretado por Gustavo Leão

Aconteceu nessa sexta-feira (30), no Clube dos Diários, a coletiva de imprensa, na qual estava presente parte do elenco do filme “Os sonhos de um sonhador” que contará a historia do músico piauiense Frank Aguiar.


O ator Gustavo Leão que irá interpretar Frank na fase dos 17 aos 25 anos comentou como está sendo a fase de preparação para a montagem do personagem e do processo de aprendizagem, principalmente do sotaque piauiense, até agora uma das maiores dificuldades para o ator.

Além de Gustavo Leão, estiveram presentes Daniel Zettel, os humoristas Dirceu Andrade e Amauri Jucá e o garoto Luygo Vaz, de 14 anos, que interpretará Frank Aguiar na adolescência, até os 16 anos.

A Equipe Volver conversou com o jovem Luygo a respeito da participação dele no filme. A seleção para a escolha do ator mirim ocorreu no mês de Abril deste ano, no Rio Poty Hotel e no Espaço Trilhos, onde os candidatos foram avaliados através de uma encenação. Luygo ficou sabendo do resultado sábado (24) através de sites locais.

O garoto diz ainda não conhecer Frank Aguiar, nem a cidade natal do cantor, Itainópolis: “ainda não conheço o Frank, a gente vai se conhecer segunda-feira (02) e viajamos dia 18 de novembro. Por enquanto estou fazendo laboratório todos os dias e conversando com amigos dele”, diz Luygo.



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Por: Ana Isabel Freire (anaisabel_freire@hotmail.com) - Mariana Guimarães (mariana-guimaraes@hotmail.com) – Nina Nunes (nina_quasenada@hotmail.com)